sexta-feira, 3 de Julho de 2009
Mulher de Mármore
Apetece-me gritar.
Toda a prosperidade do dia em que a boa nova chegou, desapareceu.
Como um sentimento que se desvanece.
Como um olhar que se torna intransponível.
Como...
Como quando tu me disseste adeus.
Aposto que um dia tudo voltará ao que era.
Eu serei racional e distanciada. O sentimento será reposto. O "adeus" será um "Olá".
Confesso que não acredito em nenhuma destas frases.
Nada voltará ao mesmo.
Eu seguirei o meu caminho, aquele que eu escolher.
Não vou olhar para trás.
Não vou sorrir.
Não vou chorar.
Não vou sequer corar.
Vou fazer-te sentir como se a tua humilde existência me fosse indiferente.
Tal como um dia, tu, mulher de mármore, me fizeste sentir ao olhar em frente quando te vislumbrei.
Só porque já seguiste o teu rumo, não ignores quem te contempla.
Toda a prosperidade do dia em que a boa nova chegou, desapareceu.
Como um sentimento que se desvanece.
Como um olhar que se torna intransponível.
Como...
Como quando tu me disseste adeus.
Aposto que um dia tudo voltará ao que era.
Eu serei racional e distanciada. O sentimento será reposto. O "adeus" será um "Olá".
Confesso que não acredito em nenhuma destas frases.
Nada voltará ao mesmo.
Eu seguirei o meu caminho, aquele que eu escolher.
Não vou olhar para trás.
Não vou sorrir.
Não vou chorar.
Não vou sequer corar.
Vou fazer-te sentir como se a tua humilde existência me fosse indiferente.
Tal como um dia, tu, mulher de mármore, me fizeste sentir ao olhar em frente quando te vislumbrei.
Só porque já seguiste o teu rumo, não ignores quem te contempla.
domingo, 1 de Março de 2009
Sabes demais.
O poema que se segue não foi escrito nem por Mines, nem por Brightside, mas sim pela Tania aka Porquiinha. APRECIEM!
" Sabes demais sobre mim.
Decoraste os atalhos da minha alma
E demasiados mapas dos meus segredos.
Agora…
Odeio esse teu olhar
De quem já percorreu os labirintos
Mais doentios do meu ser.
O teu nome mancha todos os meus segundos
E o teu toque contamina-me sem piedade.
Apenas o nojo que tenho de ti ilumina esta noite.
Não me encantes mais
Nem me percorras de olhos fechados.
Sufoca apenas neste sonho que me perturba
E decifra a fatalidade do meu último suspiro."
" Sabes demais sobre mim.
Decoraste os atalhos da minha alma
E demasiados mapas dos meus segredos.
Agora…
Odeio esse teu olhar
De quem já percorreu os labirintos
Mais doentios do meu ser.
O teu nome mancha todos os meus segundos
E o teu toque contamina-me sem piedade.
Apenas o nojo que tenho de ti ilumina esta noite.
Não me encantes mais
Nem me percorras de olhos fechados.
Sufoca apenas neste sonho que me perturba
E decifra a fatalidade do meu último suspiro."
quarta-feira, 15 de Outubro de 2008
Reflexions

Sigo o meu caminho e de entre os vários obstáculos, com que me deparo, um fez-me parar.
Olhei-o de cima a baixo. Apreceei a sua beleza e senti as minhas memórias a desvanecer, como se fossem dados subejamente irreais e sem nexo. Subitamente, de entre todas as brancas que me inundam, vejo-me a mim. No fundo, nao sou eu, mas a forma como a minha mente planeou estes caminhos torduosos fez.me crer que realmente, era eu ali... a ser iluminada pelos raios despertinos do sol. Eu, ali... como se pertencesse àquela atmosfera unânime, cheia de sons consonantes e reticentes.
Sim, foi ali que me fundi. As vielas labirínticas começaram a desfazer-se e, finalmente, o meu mundo deixou que o exterior entrasse. Foi ai que mergulhei novamente nos traços transitórios e enganadores do movimento de oscilação do meu próprio reflexo. Afinal, porque me assombrava ele daquela maneira?
Todas as imagens de felicidade, todos os cantos de alegria, todo o cheiro da desgraça, da derrota, tudo me ultrapassou e deixou ali. Naquele mesmo local. De olhar vazio, memória fraca, consciência diminuta.
Ali.
Simplesmente pasmada a olhar para o meu reflexo e a pensar como seria o dele.
quinta-feira, 2 de Outubro de 2008
notas soltas
(picasso)

ei!
Olá. Gostava de saber o que estás a pensar... No fundo, uma vontade pessoal de todas as pessoas impossível de satisfazer. De facto, é estranho. Afinal, o que quero eu, que estou aqui a pensar em mil e uma maneiras de poder interagir sem saber, todavia, se valerá a pena. Uns são tão avessos a formalismos e códigos de ética que se atiram, directamente para o rebuliço de pessoas e discussões. Outros, exacerbados com este universo alternativo, continuam a deixar-se ficar para trás. E eu?
Eu não sei onde me encontro, talvez no centro entre estes 2, apesar de a lógica matemática apenas considerar questões bvalentes. Não se trata de uma prioridade, nem sei se será necessidade. Mas que despulta interesse... lá isso.
Interesse, sim. Desejo, vontade, mas também, frustração, medo, cobardia.
Se... Será que vale a pena arriscar? Criar expectativas?
Não, definitivamente não vale a pena criar expectativas, apesar de ser inevitável a sua gradual existência.
Que pena.
Sim, que pena. Que pena um ser humano ser tão vulnerável ao ponto de o próprio se manipular e começar a acreditar no impossível. Começar a querer o impossível.
Vulnerável. pequeno. fraco.
é pena...
segunda-feira, 22 de Setembro de 2008
Desisto
Não quero desistir, se é isso que pensas. Mas a cada palavra tua de incentivo a essa acção sinto-me mais tentada. Queres mesmo? Sabes que por ti faço tudo, inclusivamente, deixar-te. Penso que na realidade não é isso que queres, mas a incerteza que depositas em mim, corroi-te. Impede-te de pensar racionalmente, ou de sequer me dar um voto de confiança.
Suponho que estamos num patamar em que muitas das questões levantadas nem se deverião pôr. Mas tu... nem consideraste a hipótese, a única que era a real. Sabes, eu até mostrei uma foto tua, até me disseram que eras beautiful.
A injustiça está a apoderar-se de ti.
Não, não te conheço. Desculpa, mas se ainda não percebeste que sou uma pessoa que não tem um bom poder de "raio-X" para conhecer a interioridade completa, dos outros, então, deixa-me avisar-te que tu também nao me conheces assim tão bem. :/
Já devias ter confiança em mim. Porque é que ainda não a tens?
Olha para trás. Analisa. Fala. E diz que nao queres que me vá embora e desista.
Diz.
Porque eu, não quero desistir.
Suponho que estamos num patamar em que muitas das questões levantadas nem se deverião pôr. Mas tu... nem consideraste a hipótese, a única que era a real. Sabes, eu até mostrei uma foto tua, até me disseram que eras beautiful.
A injustiça está a apoderar-se de ti.
Não, não te conheço. Desculpa, mas se ainda não percebeste que sou uma pessoa que não tem um bom poder de "raio-X" para conhecer a interioridade completa, dos outros, então, deixa-me avisar-te que tu também nao me conheces assim tão bem. :/
Já devias ter confiança em mim. Porque é que ainda não a tens?
Olha para trás. Analisa. Fala. E diz que nao queres que me vá embora e desista.
Diz.
Porque eu, não quero desistir.
quinta-feira, 18 de Setembro de 2008
Universidade
sábado, 6 de Setembro de 2008
Suddendly I see

De repente, numa nova abordagem, apercebo-me que a minha confusão abalou as hipóteses de fugir.
De repente, com um novo olhar, compreendo que já há algum tempo que andava a depositar demasiada fé nisto.
De repente, com uma renovada visão, tudo se desmorona. Os castelos de areia perdem firmeza e tanto o nosso mundo, como as minhas expectativas e objectivos, desfazem-se.
Assim, do nada. Como se a sua flacidez fosse algo irreparável. A verdade, é que o é. Mas será que ainda posso voltar atrás?
Será que ainda posso sonhar com a grande escapatória? ou a grande confiança?
Será?
De repente, com um novo olhar, compreendo que já há algum tempo que andava a depositar demasiada fé nisto.
De repente, com uma renovada visão, tudo se desmorona. Os castelos de areia perdem firmeza e tanto o nosso mundo, como as minhas expectativas e objectivos, desfazem-se.
Assim, do nada. Como se a sua flacidez fosse algo irreparável. A verdade, é que o é. Mas será que ainda posso voltar atrás?
Será que ainda posso sonhar com a grande escapatória? ou a grande confiança?
Será?
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